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sentimental
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na noite que não termino, levo um sorriso guardado quando ficar ao seu lado faz um mundo de sentido
da possibilidade e seu encanto imã natural dessa beleza, coberta do platônico manto descansa em harmonia musical
pensar em dias mais bonitos, na perfeição do inesperado levamos o amor místico seguindo sua sina e esperança
devagar, me perco em sinais e entrelinhas sem me apressar no conhecimento para tornar meu desejo público e permitir a poesia por um momento |
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26/07/2008 | 09h46 | giovani pansanato
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redes
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ando desconfiado da sorte não espreito nada demais a essência do que somos junto com nada (não) existe.
se eu sem nada a mais ainda assim rexisto do dia de virar o barco e mergulhar na realidade
quando uma hora desisto nem espalho nada sei logo recomeçar
re- às vezes é bom des- pode ser melhor em avessos ou coesos sim´s e não´s. |
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10/07/2008 | 12h44 | giovani pansanato
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diferente
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descansei de alguma hora parei para andar na relva queria dissociar isso daquilo
vivendo viventes fazem de tudo pra se encontrar sempre sujeitos a vias e vôos
quando a boca explora um quero mais os mistérios desse novo mapa cardeal correm a linha morena amazonica desse continente ideal atravessando você dando a volta em mim. |
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27/05/2008 | 22h59 | giovani pansanato
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deixar o ar circular
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nesse cantinho do agora desde ontem eu fui da cor do enredo da saudade até que deixei pro tempo quem vem pra cá e não se vê
quanto além feliz nas idéias e suas ladeiras nos caminhos que levam ao que se vive
ao lado nada interessa não fico lá em via de email
espero o ingresso que eu não quis ou deitar no carrossel da loucura em vida
mentiras repetidas verdades mentidas mentiras desditas verdades mantidas |
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01/05/2008 | 15h59 | giovani pansanato
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em cada
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vez mais compreendo outrem no contempo do encontro sufoco a uniformidade beiro a margem do rio você
entre nós águas correntes diferentes nadam juntas a sós |
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04/04/2008 | 22h08 | giovani pansanato
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bicho de sete cabeças
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Espalhado em expressões irregulares, por que agora é cedo para partir. Viveu na espera de contra-tempos, remotos descontroles para pressão.
Sem corrente deixou de ser calculista e intuiu o tempo de quebrar vidros. Entendeu àrte de flex-bilizar, enquanto dormiam intolerantes em medos de aqúários.
Correu água suja oxigenando bolhas num dia em garrafas nestes muros invisíveis.
ser diferente de uma crença ter confiança no não ousado ver falsidade da rua avessa
tal confronto em sua cabeça seu contraste do dia criado sai embarcado de sim cresça |
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24/03/2008 | 18h54 | giovani pansanato
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4(índio) digital.!
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confabular com as formigas e cigarras perceber peri e capitu machado no perímetro da letra parada de cor
pra partir, partilhar nós ruindo hegemonias em sorrisos sem jejum
culminar poréns óticos semi. |
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18/03/2008 | 18h37 | giovani pansanato
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dois meses, oito cantos cem pessoas
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alto astral sem céu de brigadeiro amor de janeiro em fevereiro outra cachoeira abril vou me molhar
concret jungle, entre agora. O que ficou em nós já é história. |
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20/02/2008 | 21h34 | giovani pansanato
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sol lícito
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perseverar pra se ver ar pra ser verão pra ser tão sim ou não
quem gosta, gosta quem gosta, cuida quem gosta, faz quem gosta, acontece
e um bloco passa... de repente um rio no meu peito, uma cidade na cabeça, piraju é paranapanema, e quem ama, mergulha. |
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31/01/2008 | 12h30 | giovani pansanato
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enquanto isso eu canto
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sobrou na alma os rastros da natureza, por hora toda minha volta ainda é mar ando calmo no jardim que tenho em mim
no meio do regresso ao imprevisto, o novo, os segredos, meu destino, seus desenhos e os nossos sonhos
pensei na vida em recomeços no vai e vem desse cotidiano pra tantas emoções e cores
meus dias têm vindo casuais, agora luar e estrelas vivem brincando de iluminar |
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10/01/2008 | 10h41 | giovani pansanato
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